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Receitas para contornar e conviver com a crise (1/2)

Nosso país passava em 1981 por momentos difíceis, onde dia a dia éramos obrigados a modificar nossas lições de sobrevivência

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Receitas para contornar e conviver com a crise – Primeira

Nosso país passava em 1981 por momentos difíceis, onde dia a dia éramos obrigados a modificar nossas lições de sobrevivência, e em nosso entender também os meios de comunicação escrito e falado tem o dever primordial de manter a comunidade atualizada e atenta para a mutação sócio econômica pela qual passamos.

Neste intuito, o Jornal A Gazeta de Lins me encomendou uma série de receitas versando sobre o assunto e fornecendo dicas para contornar e conviver com a crise; receitas essas que passei a publicar, voltadas principalmente aos empresários e profissionais liberais.

PRIMEIRA RECEITA

Fique perto do cliente: os momentos que ora passamos, tendem a modificar totalmente o comportamento das vendas de qualquer estabelecimento, seja ele de vendas de mercadorias ou de serviço, isto porque o consumidor de hoje em dia, preocupa-se muito mais com seus gastos e sempre está as voltas em bolar novas maneiras de reduzir suas despesas de consumo, seja de bens da alimentação, do vestuário ou utilidades.

Com isto, mas do que nunca os vendedores de bens ou serviços devem se preocupar em organizar suas vendas e programar novas maneiras de atingir os consumidores, atraindo-os para o seu estabelecimento.

Dentre as providências cabíveis neste assunto, destacamos a de que o comerciante deve procurar se aproximar mais de seus clientes, deve conservar-se disponível a conversas e proporcionar um atendimento afetivo.

Deve recomendar aos seus auxiliares, seus vendedores, suas telefonistas, suas recepcionistas que dem o máximo de atenção aos clientes, atendendo a todos sem exceção com cordialidade e fazendo com que eles se sintam em casa, se sintam a vontade dentro do seu estabelecimento.

Todos – patrões, chefes, supervisores – enfim todo pessoal de cada empresa devem procurar não somente atender bem o cliente como também cultivar sua amizade e torna-lo um cliente fiel.

Um cliente que foi bem atendido, que se considera “da casa”, dificilmente sai em busca de outro estabelecimento e muitas vezes sempre dá “um jeitinho” de gastar uns tostões a mais do que o previsto.

Muitas vezes o cliente entra no estabelecimento a procura de “algo” que ainda não sabe o que é, e é exatamente neste momento, que vale o bom atendimento.

Walmir da Rocha Melges – Publicado no jornal A Gazeta de Lins em 18/09/81

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